É fato que todo fim de crise se dá com o início de uma nova fase, ou nova Era...
É o que acontece.
A crise é superada a partir de uma força de vontade, de uma esperança mobilizante...
Mas é claro que no interstício de um fim de crise até o reestabelecimento de uma fase (nova) tem-se muito trabalho pela frente. Reconstrução de alicerces, uma limpeza total, disposição... Sim, e muita! Pois que não vai ser um caminho fácil, requer muitos sacrifícios...
E as mudanças começam! Novos rumos, um objetivo, detalhadamente estudado, a ser alcançado, uma meta a ser seguida.
Recaídas? É possível... Mas isso depende muito dos novos alicerces, das novas bases e da proteção, é sempre bom que se proteja, até que esteja realmente forte, erguido. E a esperança deve estar voltada para um presente-futuro e não apra um passado-presente, deve-se abandonar o que ficou pra trás, pois que construir em cima das ruínas corre-se o risco de um novo desmoronamento. É necessário que se deixe tudo pra trás, como história, destruir todos os cacos, e reconstruir a partir de um novo plano, limpo, reto...
A fim da crise não é fácil, os caminhos não são fáceis, mas são inquestionavelmente necessários!
Vamos levantar, planejar e trabalhar!
segunda-feira, 13 de abril de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Papel Passado.
Procurando alguns papéis para faculdade, encontrei algumas coisas aleatórias, como desenhos, poemas, canções... Essas coisas que a gente costuma fazer no meio de alguma aula que se apresente meio assim... entediante. Ou apenas por um sopro de inspiração bem pertinho da orelha, daqueles de dar arrepio e não ter como negar o processo criativo! Enfim, não é nada demais, datado de 02/09/2004, numa época em que eu escrevia algumas canções em aula, numa época apaixonada, mas com menos dor que hoje, só sustentava sonhos e paixões...
Gosto de sentir a sua respiração
Nãome julgues assim
Gosto de quando sorri
De ir no ritmo do seu coração
Sinto necessidade de te sentir
Cadê nossa moral?
Mas você é um cara normal
Não tem por que mentir
Você gosta de fazer barulho
Quer me ver explodir
Mas, por favor, não me deixe partir...
Continue assim e me deixe seca
Tira-me o fôlego
Vira-me a cabeça
Você é tão bom de sentir
Mas não desapareça
E não se esqueça
Não me deixe partir
*resolvi fazer algumas modificações de leve =)
Au revoir
Gosto de sentir a sua respiração
Nãome julgues assim
Gosto de quando sorri
De ir no ritmo do seu coração
Sinto necessidade de te sentir
Cadê nossa moral?
Mas você é um cara normal
Não tem por que mentir
Você gosta de fazer barulho
Quer me ver explodir
Mas, por favor, não me deixe partir...
Continue assim e me deixe seca
Tira-me o fôlego
Vira-me a cabeça
Você é tão bom de sentir
Mas não desapareça
E não se esqueça
Não me deixe partir
*resolvi fazer algumas modificações de leve =)
Au revoir
terça-feira, 7 de abril de 2009
Constatação
Acabo de constatar minha incapacidade para filosofia.
Penso em desistir.
Talvez seja a incapacidade da própria filosofia.
Desistirei do mesmo jeito.
Penso em desistir.
Talvez seja a incapacidade da própria filosofia.
Desistirei do mesmo jeito.
sexta-feira, 27 de março de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Viver a Vida!

Completamente viciada em Godard! Por mais que veja outros filmes, é dele que eu quero falar!
Enfim... Viver a vida é um filme maravilhoso, fala muito de filosofia, e filosofia é vida. São os modo-de-viver-a-vida!
O Encontro de Anna Karina com o filósofo, foi um ponto alto do filme. São duas pessoas com problemas diferentes, mas com as mesmas questões a resolver, a vida, o vida o amor, questão sem respostas. Ou mesmo, com muitas respostas! O Filósofo, cita leibniz, Platão, elucida Heidegger, tudo por meio de diálogos que teriam tudo pra ser cansativos se não fossem tão interessantes! Tão envolventes. Anna Karina, começa por dizer que tem horas que sabe o que falar, mas não consegue, um certo receio de não conseguir se expressar de maneira correta, o que para o Filósofo só " aprendemos a falar bem quando renunciamos à vida por algum tempo"... Sim, é para parar e pensar, Godard é isso! O "EU" é um outro....
Au revoir!
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Je suis UNE FEMME! ...

Eu disse que conseguiria e consegui!!
Assisti a filmes maravilhosos no final de semana! Mas ainda ando meio preguiçosa pra escrever direito.... Vou dar destaque à maravilhosa comédia do Godard, une femme est une femme! puta merda! ri muito... tanto que vieram ver se estavam me matando aqui no quarto! Um ótimo tom pra piadas! Trocadilhos supimpas! Deu uma alegrada por aqui.. Pra essa semana não separei tantos filmes, e nem sei se teri muito tempo pra vê-los...
Enfim, essa é a minah super recomendação de filme!
Deliciem-se!!!!
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Morangos Silvestres


Pensaram mesmo que morri? Ainda não... Ainda sou um ser animado (mas nem tanto ok).
É.. Acabo de assistir a mais um Bergman... que me despertou inúmeros sentimentos (?), uma explosão deles... A felicidade emocionada do encontro com o cinema, acima de tudo, o existencialista, e muito pelo Bergman... Acabo de me apaixonar! Pelo cinema, pela vida, por Bergman, pelos sentimentos... E paixão é pathos, doença, dor, fraqueza e vida! Um morto não sofre, não adoece, não chora, nem ri... um morto é só uma matéria inanimada, como todos nós, que ainda não voltamos à matéria inanimada, decerto voltaremos, qualquer dia desses!
Acho que também é uma ótima combinação estar lendo Deleuze e selecionando filmes fabulosos, com diretores explêndidos!
Enfim, Morangos Silvestres é praticamente meu segundo encontro "real" com Bergman, e muito diferente do que eu havia assistido. Claro que sem deixar o Bergsonimo cinematográfico de lado, a questão do sonho-lembrança, que sempre se confunde, o temor-pesadelo, a espera pela morte, as questões deus-diabo-nada. É tudo muito intrigante e ao mesmo tempo muito vivo, muito cada um de nós, muita claridade. É o bater de frente com inevitável, com o doloroso... Mesmo com medo de tudo isso, mas bater de frente, sim. Não há outra saída. Filme permeado de frases tocantes, de sentimentos mais que reais...
Fico devendo mais uma vez aqui, uma sinopse mais detalhada de Morangos Silvestres, com direito a uma crítica de minha autoria. Assim que eu rever o filme eu terei o prazer de reescrever sobre o mesmo. Entretanto, deixo claro minha recomendação.
Fabuloso, ou talvez, qualquer outra palavra que ainda não tenham inventado...
Dessa vez foram lágrimas de felicidade!
Au revoir!
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Morri?
Não se pode ser dono de si o tempo todo.
Chega uma hora que a gente acaba sendo escravo de alguém, de alguma coisa, de um sistema.
Não posso mais acreditar em amor.
Já não sei se água está quente ou fria...
Chega uma hora que a gente acaba sendo escravo de alguém, de alguma coisa, de um sistema.
Não posso mais acreditar em amor.
Já não sei se água está quente ou fria...
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